Estava mais do que na hora de voltar aqui!

Hoje eu vim tratar do tema: DIETA LOW CARB!

Existem inúmeras variações da dieta lowcarb, com diferentes restrições à quantidade e ao tipo de carboidratos permitidos durante a “dieta”.

A mais famosa das dietas lowcarb é a dieta Atkins, lançada nos anos 70 pelo médico norte-americano Dr. Robert Atkins e que atualmente tem milhões de seguidores em todo o mundo. Recentemente tivemos o surgimento da dieta Dukan, lançada pelo médico francês Pierre Dukan após uma adaptação do método Atkins. E por fim a Paleolítica (PALEO) que tornou-se popular em meados da década de 70 através do gastroenterologista Walter L. Voegtlin, mas está sendo bem evidenciada nos últimos meses.

Enfim, eu não vim nem ofender e nem defender nenhuma dessas dietas, até por que elas têm prós e contras. E se estudarmos cada uma delas a fundo podemos tirar algumas poucas idéias para seguir!

Explicação curta e bem breve para vocês: A dieta lowcarb propõe reduzir a quantidade de carboidratos ingeridos. A orientação em uma alimentação convencional é que 50 a 55% do que é ingerido no dia seja carboidrato. Já nos métodos lowcarb, o macronutriente pode compor entre 5% a 45% do que é consumido em um dia. É importante ressaltar que a redução extrema de carboidratos, algo abaixo de 30%, até proporciona o emagrecimento, porém ele não será saudável e pode ter uma série de consequências graves para a saúde à longo prazo. Por isso procurar um Nutricionista é ideal para adequar a dieta de acordo com a sua individualidade.

#1 prato de vedade

Na minha opinião, para que este método seja mais seguro deve-se priorizar o consumo de alimentos frescos, boas quantidades de gorduras mono e poli insaturadas, proteínas magras e de carboidratos de baixo índice glicêmico, aqueles cuja glicose (açúcar) é absorvida em uma velocidade mais lenta e por isso não há picos de glicose e nem de insulina no organismo.

DICAS QUE AJUDAM EM UMA DIETA LOW CARB:

– Evite bebidas adoçadas com açúcar.

– Evite e sucos de frutas (mesmo os naturais).

– Suco de limão ou maracujá sem adoçar pode ser consumido, por apresentar menos frutose.

– Procure se adaptar com o gosto natural dos alimentos sem utilizar açúcares (até mesmo o açúcar mascavo, coco, demerara).

– Podem ser usados, com moderação e em poucas quantidades, alguns adoçantes que não promovem tantos malefícios (até que se estude mais sobre eles), como estévia, xilitol, taumatina ou eritrol.

– Corte ou reduza pães e massas, mesmo os 100% integrais.

– Aposte em lanches low carb, como nozes, castanhas, amêndoas, avelãs, abacate e coco fresco.

– Consuma vegetais, de preferência os não amiláceos como repolho, brócolis, chuchu, folhas verdes, abobrinha, beringela, tomate, rabanete, aspargos, couve-flor, quiabo, entre outros. Isso ajuda a manter a redução de carboidratos, sem perder a qualidade nutricional e a quantidade boa de fibras da dieta.

– Substitua as farinhas (de trigo, mesmo a integral, milho, arroz, polvilho) por farinhas que possuam menos carboidratos, e mais fibras, como farinha de coco, de amêndoas ou farinha de castanhas.

– Leia rótulos dos alimentos. Na verdade prefira alimentos que não possuam rótulos, eu estou falando comida de verdade, alimento natural, não alimentos industrializados. Mas se for comprar algo industrializado fique de olho nos ingredientes, prefira aqueles que não possuam farinhas refinadas e nem açúcares.

Por fim, se quer fazer algum tipo de dieta PROCURE UM NUTRICIONISTA, que é o único profissional capacitado para prescrever dietas.

Viva com qualidade sem terrorismo alimentar! Coma comida de verdade e seja feliz!

Daniela Obrzut

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Written by Daniela Obrzut
Graduação em Nutrição Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR) Especialização em Nutrição Clínica,Universidade Gama Filho (UGF-RJ) Especialização em Nutrição Aplicada Estética, Instituto Ana Paula Pujol (Curitiba)